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Técnico em Segurança no Trabalho
Clovis Alberto Block
Lajeado - Rs
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Clovis Alberto Block
Comentário ·
há 8 anos
OAB: Chapa de Santa Cruz é contestada por ser exclusivamente masculina
João Leandro Longo
·
há 8 anos
Pois é, fico imaginando o quanto é necessária de argumentação para convencer um tanto de mulheres a candidatarem-se APENAS para preencher a justa e salvadora cota social. Brasileiro adora um vitimismo e um jogo de faz de conta, eta povinho enganador esse.
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Clovis Alberto Block
Comentário ·
há 8 anos
Faltar sem justificativa é justa causa, mesmo se for volta de acidente, decide TRT
DR. ADEvogado
·
há 8 anos
Em resumo: o juiz Rogério Dias Barbosa anulou a sentença alegando que a empresa, por não informar o motivo da rescisão ("...comprometendo, assim, a manutenção da pena aplicada"). Já ao recorrer ao Tribunal, este acolheu a causa justificando não haver necessidade de informar motivo do desligamento.
Não sou advogado, por isso a dúvida: não é de uma bisonhice gigante (pra não dizer outra palavra), um juiz desconhecer sobre a necessidade de justificativa?!!! Me parece ser um conhecimento tão trivial dentro de uma área de conhecimento, é como um eletricista saber que existem 110v e 220v e que são coisas bem diferentes. Isso lembra uma velha prática jurídica no Brasil: na dúvida defenda em favor do empregado.
Se alguém possui um entendimento diferente do meu, fico grato em ser esclarecido.
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Clovis Alberto Block
Comentário ·
há 9 anos
STJ suspende ação penal contra homem que furtou barra de chocolate
Correio Forense
·
há 9 anos
Desculpem mas, não concordo, se fosse alimento ou que pelo menos ficasse comprovado que fosse para um filho menor (o que não consta na matéria), acho que ainda haveria uma justificativa. Talvez, para os padrões brasileiros de aceitação da malandragem, alguns achem válida a decisão, mas num país sério esse tipo de coisa não passaria em vão. Certamente não é caso para prisão, mas daí a inocentar, dar de bandeja um "nada consta", sem contar a sensação de injustiça e impunidade por parte da empresa, por mais que seja uma grande rede, há uma considerável distância. É minha opinião.
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Luiz Castro Freaza Filho
Comentário ·
há 8 anos
Juiz manda recado para advogado que parava o carro em sua vaga: “quer minha vaga, vire juiz”
Correção FGTS
·
há 8 anos
Sem corporativismo, ambos erraram.
Primeiro o advogado, pois sabendo que a vaga é exclusiva de magistrado, estacionou diversas vezes lá. Tá errado, não tem o que discutir.
Segundo o magistrado, pois apesar do erro do outro, lhe cabe adverti-lo com educação, independente de qualquer situação. O "faz concurso" foi humilhante.
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José Roberto
Comentário ·
há 9 anos
Da inconstitucionalidade e impossibilidade fática da proibição do funk
Ana Clara Ribeiro
·
há 9 anos
Você respeita o direito alheio? Dança com o som no volume permitido? Respeita horários? O Funk para você é um ritmo contagiante que faz você feliz, sem que com isso você cause a infelicidade dos outros?
Então nada contra! É seu direito ouvir e dançar o ritmo que preferir.
O problema acontece apenas quando para respirar, você tapa o nariz alheio.
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John Doe
Comentário ·
há 9 anos
O ciclo das vítimas que se tornam algozes
Vitor Guglinski
·
há 9 anos
Ainda que eu concorde com tudo o que foi dito, de principal.
Acho relevante fazer uma ressalva em relação a um dos exemplos colocados no artigo, porque esse exemplo foi o mais usado no desenvolvimento do tema.
Falo da filmagem e divulgação do comportamento de Fábio Assunção.
A diferença, nesse caso, é que atores e pessoas consideradas "celebridades", são assim consideradas justamente por causa do interesse de boa parte do público tem nelas.
E, desse interesse público as celebridades tiram proveito. É desse interesse que nasce os seu principal "valor", que será explorado comercialmente e será seu "ganha-pão".
Ou seja, quem escolhe ser uma celebridade tem a obrigação de saber que a sua vida pública E PRIVADA serão alvo de interesse e tudo que fizer terá publicidade e repercussão.
Em resumo, Fábio Assunção tem muito menos razão em reclamar da publicação de seus momentos vexatórios do que outras vítimas de execração pública, como foi o caso do menino tatuado na testa.
Não são, portanto, exemplos que possam ser juntados, como se fossem similares, da forma como colocado no artigo.
Abraço.
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